3. A docilidade ao Magistério vivo da Igreja de todos os tempos
“Tomamos como elementos fundamentais para penetrar o Evangelho nas culturas, os ensinamentos da Constituição pastoral sobre a Igreja no mundo atual: Gaudium et Spes do Concílio Vaticano II[1]; as Exortações Apostólicas Evangelii nuntiandi e Catechesi Tradendae; o discurso do Papa João Paulo II à UNESCO (2 de junho de 1980), a Carta encíclica Slavorum Apostoli, a Carta encíclica Redemptoris missio , a Exortação apostólica pós-sinodal Pastores dabo vobis, n° 55; e todas as futuras diretivas, orientações e ensinamentos do Magistério ordinário da Igreja que podem dar-se no futuro sobre o fim específico de nossa pequena Família Religiosa.” (Constituições, 27)
Assim, a parte de nossa formação destinada a realizar-se em Roma, implica alcançar um espírito romano, que “supõe uma coroa de virtudes: abertura universal, fidelidade ao magistério, espírito missionário, longanimidade e magnanimidade”[2]. Nos permite, como afirma São João Paulo II, viver a realidade sobrenatural da comunhão com a Igreja de Roma e com o Bispo de Roma. E, na experiência eclesial, entrar no âmbito de uma nova realidade: experimentar a comunhão com todos os que estão em comunhão com a Igreja de Roma[3].
O poder realizar ou terminar os estudos na Cidade Eterna significa ser testemunhas, dia a dia, da tradição viva da fé tal como é proclamada pela Sede de Pedro[4].
[1] Segunda parte, cap. 2, 53-62.
[2] SÃO JOÃO PAULO II, Homilia durante a oração das vésperas no Colégio Capánica de roma
[3] SÃO JOÃO PAULO II, Discurso ao Colégio Pontifício Norte americano de Roma com motivo do 125° Aniversário de sua fundação (15 de novembro de 1984) 2.
[4] SÃO JOÃO PAULO II, Discurso ao Colégio Pontifício Norte americano de Roma com motivo do 125° Aniversário de sua fundação (15 de novembro de 1984) 2.
